quarta-feira, 30 de outubro de 2013

um amigo.

obrigada por tudo! pelos sorrisos de manhã e pelos olhares que me fazem rir que nem uma perdida. obrigada por teres ficado do meu lado, e porque, mesmo depois de tudo, te lembras de mim... por confiares, por me aturares, por me ouvires. és tu próprio e isso dá-te um valor extra, porque não és alguém que quer agradar a todos e que faz de tudo para que isso aconteça. obrigada pelas vezes em que me irritas, e me deixas feliz.
são várias as vezes em que estou mal e tu, como boa pessoa que és, apoias-me e fazes-me sorrir... e são raras as pessoas que conseguem fazer-me rir quando menos me apetece fazê-lo.
já sei quem tu és há um ano e meio (e 5 dias!) mas só te estou a conhecer mais profundamente (ou a tentar) nestes últimos meses. a verdade é que entre nós já houve tanta confusão que mais vale nem falar para ver se não dá azar. como já dissemos: 'passado é passado'... e a verdade é que não adianta falar disso, porque nunca estivemos tão bem. és uma das pessoas mais fantásticas que conheço, és das pessoas que mais me faz rir, és das pessoas em quem mais confio.
mas sabes? às vezes gostava de ter um abraço teu... mas não to vou pedir. não tenho lata para isso. mas sei lá! como tu és assim para o gigante e eu assim para a anã grande (nunca me esquecerei desta), sinto-me protegida. é normal.
não sei porque me apeteceu falar de ti, mas já não foi a primeira vez, embora não saibas... não aqui, mas fora, já escrevi algumas coisas a agradecer-te pela tua amizade, amizade que não trocava por nada. não tem nada a ver com a data (até porque só reparei nela agora), mas senti que tinha de dizer algo e falar sobre ti. a tua amizade é importante para mim. já não me vejo sem ti porque adoro falar contigo, estar contigo e adoro rir contigo.
obrigada por estares do meu lado, por me aturares, ajudares, apoiares, mesmo contra muita coisa. és das poucas coisas e pessoas que fazem sentido na minha vida.
espero que saibas que podes confiar em mim e que me arrependo de muitas coisas que fiz (já te tinha dito isto, mas relembrar não faz mal... mas passado é passado, eu sei...!), mas não interessa, espero...
quando precisares, confia. quando precisares, fala. quando precisares, desabafa, chora, grita. quando precisares, abraça. quando quiseres, precisares, te lembrares, o que quiseres (!), eu estou cá! sempre, a qualquer hora e em qualquer lugar... mesmo quando me ligares às 4 da manhã... o que não seria a primeira vez... ah! e adorei todas essas chamadas, mensagens e momentos... tudo aquilo que passei junto a ti foi maravilhoso!
espero que entendas o quão maravilhoso és, e que percebas que significas muito para mim, que te dou valor e que sei a sorte que tenho em ter um amigo como tu. adoro-te!

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segunda-feira, 28 de outubro de 2013

a sociedade é uma merda!

sociedade: és gorda!
sociedade: és feia!
sociedade: morre!
sociedade: não prestas!
sociedade: não vales nada!
sociedade: não fazes falta nenhuma!
sociedade: és horrível!
sociedade: o teu cabelo não presta!
sociedade: o teu estilo é horrível!

sociedade: ninguém te ama!
sociedade: nunca serás alguém!
FINALMENTE ACONTECE O QUE A SOCIEDADE QUER E ELA MORRE!
sociedade: coitada, era tão boa pessoa...
sociedade: tenho tanta pena...
sociedade: o que lhe aconteceu foi horrível...
sociedade: foi mesmo injusto, isto...
sociedade: sem palavras...

sociedade: não sei como isto pôde acontecer... 
sociedade: ela merecia ser feliz...
sociedade: isto não era suposto ter acontecido...
sociedade: era um anjo de pessoa...
sociedade: que desastre...
sociedade: é um tristeza, era tão nova...

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

love story...

era uma vez uma rapariga comum, que tinha a mesma vida monótona que todos os outros... escola, casa, amigos, e coisas normais para pessoas da idade deles...


tal como ela existia, o mesmo acontecia com um outro rapaz... embora ainda desconhecidos, os seus destinos iriam cruzar-se...


esse dia chegou finalmente, através dos amigos em comum... sorrisos tímidos, poucas palavras ditas, mas pouco depois deixaram a timidez de lado e começaram a conversar.


com o tempo foram vendo que partilhavam vários interesses em comum, foram confiando, desabafando...


com o tempo confiavam um no outro mais do que em si mesmos, ligavam um ao outro quando mais precisavam... eram melhores amigos!


no entanto, aconteceu o quase inevitável: eles começaram a apaixonar-se um pelo outro, em silêncio, com medo de estragar uma amizade como a deles.


com o passar do tempo, foi ficando mais complicado esconder os verdadeiros sentimentos, e ele decidiu que estava na hora de fazer algo.



ele arriscou! beijou-a e sentiu toda aquela adrenalina e borboletas que deveria sentir... ela sentiu o mesmo e sabiam que a partir daí só podia melhorar.



mas como acontece em todas as relações, eles acabavam por discutir. diziam coisas que magoavam o outro, choravam...  e pensavam que o fim ia acabar por chegar. 





mas tentavam sempre o máximo para fazer as pazes porque, embora todos lhes dissessem que eles não eram bons um para o outro, o amor deles fazia tudo o resto não ser nada: 



ela deu tudo por ele, e as coisas realmente estavam a resultar, até que ela começou a perceber que ela era a única que se dava de corpo e alma.


tudo foi começando a desabar, ela tentava manter a relação, apesar de tudo, mas acabou por desistir e a relação deles acabou... ela ficou mal, triste, só chorava!



e ele não. reagiu como se nada se passasse, como se ela fosse apenas um brinquedo partido que poderia ser facilmente substituído.



os meses foram passando e ele começou a sentir que faltava alguma coisa na vida dele e decidiu pedir-lhe desculpa por tê-la magoado...



e a verdade é que ela sentia falta dele... mas como poderia ela perdoar alguém que teve tudo o que ela lhe podia dar e não deu nem metade?



ela pensou... e pensou... e chorou... e pensou enquanto chorou... até que decidiu que  estava na hora de tomar uma decisão: encontrar alguém que desse tanto numa relação quanto ela.


depois disso, e com o passar do tempo, ela foi ficando cada vez mais livre do passado, das memórias dele, e começou a seguir em frente e a ser feliz.


e ele, que não soube aproveitar a mulher que lhe deu tudo o que tinha e o que podia, que faria os impossíveis por ele, aquela que ele tomou por certa, ficou realmente a dar-lhe valor...


não troques quem amas por inseguranças, por medos. não digas "amo-te" à primeira rapariga que te aparece à frente, não a iludas. porque um dia vais amar uma delas, e ela irá fazer o mesmo que fizeste a todas as outras… tu vais sofrer como fizeste sofrer quem mais te amou... pensa nisso!


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